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Disciplinação da criança  Disciplinação da criança

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Controle do xixi e do cocô

Início em torno de 1 ano e 6 meses a 2 anos.

Como começar & como estimular

Saiba com que freqüencia a criança costuma evacuar.

  • Qual o intervalo que a criança costuma fazer xixi?
  • Qual o comportamento da criança ao fazer xixi e cocô?

Tire a fralda e troque pela cuequinha (calcinha)

  • A criança sentirá a sensação desagradável do xixi escorrendo pelas pernas.

Estimule alegremente em um ambiente agradável.

  • É muito importante que seja um processo contínuo e regular (a mesma pessoa, o mesmo local e todos os dias)

Se após 3 minutos no vaso (troninho), a criança não evacuar, desista. Deixe para a próxima vez.

  • Forçar a criança traz resultados negativos.

Elogie bastante quando a criança fizer direitinho.

Fique atenta ao horário mais provável da evacuação para então sentá-la no vaso.


xixi e cocô

Normalmente a criança costuma fazer xixi e cocô:

  • De manhã ao acordar;
  • Antes e depois das refeições;
  • Depois da sesta (soneca da tarde);
  • À noite antes de dormir.
Obsevação
  • Lembre-se é um processo demorado, é necessário ter paciência. Facilite vestindo a criança com roupas simples, calças com elástico na cintura, para que ela possa retirá-las rapidamente.
De manhã ao acordar;
Divisão Regional de Saúde
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Chupar os dedos

Em que ocasiões a criança costuma chupar o dedo?

  • Quando quer atenção e não é atendida (contato físico insuficiente).
  • Quando é proibida (várias vezes) de fazer algo.
  • Quando nasce outro bebê e a atenção é desviada para o novo integrante da família.
  • Quando está brincando distraída, sem ter com quem brincar.
  • Quando assiste televisão.
  • Quando está com sono.
Nestas ocasiões, geralmente a criança cos tuma ter o olhar vago, meio distraído. Se ela costuma chupar o dedo, procure então fazer com que a atenção dela seja desviada para uma outra coisa ou atividade.
Chupar os dedos

Por que não tentar os seguintes métodos?

  • Chame a criança para fazer atividades alegres e divertidas. Brincadeiras que façam uso do corpo, do dedo, cante com a criança, etc.
  • Determine o horário para assistir a televisão. Não deixe o aparelho ligado direto. Se puder faça companhia à criança.
  • Oriente verbalmente, fale sobre a falta de higiene ou que a carinha dela vai ficar feia pois chupar o dedo prejudica o alinhamento dos dentes, etc.
  • Faça a criança movimentar-se bastante ao ar livre.
  • Providencie um ambiente onde ela possa fazer amigos.
  • Quando a criança perguntar algo, responda.
Existem vários meios de resolver o problema.
Comece pelo que é possível ser realizado.

Procure evitar:

  • Repreender;
  • Ameaçar;
  • Ridicularizar;
  • Castigar;
  • Forçar colocando remédio no dedo, enfaixando ou colocando esparadrapo
orçar a todo custo a criança a deixar o hábito não vai resolver o problema. Forçá-la pode ocasionar efeitos contrários, piorar o hábito e inclusive fazê-la substituir a mania de chupar o dedo por outra (roer a unhas, por exemplo). Por isso é importante estar com a mente tranquila, fazer com qüe o dia-a-dia se torne mais descontraído, sem muitas preocupações.

Outras manias

  • Roer as unhas;
  • Chupar, lamber os lábios;
  • Colocar a ponta de toalhas, lenços, lençóis e cobertores na boca ou não largá-los de jeito nenhum.
Para a criança largar esses hábitos, tente utilizar os mesmos métodos mencionados para fazer a criança parar de chupar o dedo.
Divisão Regional de Saúde
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Atitudes que auxiliam no aprendizado da linguagem

Alie a experiência à prática;

no momento adequado, converse sobre o que está acontecendo. Por exemplo, ao comer alimentos gostosos, demonstre na fisionomia que o alimento é delicioso e diga com entusiasmo: “Que gostoso!!!”. Aproveite essas ocasiões, quando a criança tem oportunidade de ver o que se passa, para falar sobre o que está acontecendo, repetidas vezes.

「Ao invés de dizer “isto” ou “aquilo”, procure falar as palavras que expressem especificamente o que você quer dizer.

Não use expressões como “Isto é aqui” ou “Aquilo não pode”. Prefira frases mais completas e específicas como por exemplo: “Deixe os livros sobre a mesa”.

Converse com a criança pronunciando corretamente as palavras.

Por exemplo, quando a criança falar “shuco gostoso”, o adulto deve corrigir falando “suco gostoso”. Não há necessidade de fazer criança repetir várias vezes com a pronúncia correta.

Propicie para que a criança tenha bastante oportunidade de tocar e ver coisas.

Ao vivenciar várias coisas, a criança melhora a sua intenção perceptiva, vendo tocando coisas que servirão de base para a linguagem e criando imagens a partir de certos tópicos.

Brincadeiras ajudam no aprendizado da linguagem.

Para a criança, viver é brincar. Providencie um local, dentro ou fora de casa, onde ela possa brincar livremente.

Cante historinhas mostrando livros e gravuras.

Explique a respeito das gravuras e de acordo com o interesse da criança, procure inventar historinhas para que ela ouça atentamente.

Cante

Ao cantar para a criança, ela acaba assimilando algumas palavras da canção, o que a leva a se familiarizar com a formação de palavras. Cantar também é um ótimo treino para a pronunciação.

Procure entender o que se passa na cabeça da criança, completando o que ela quer dizer, quando for necessário.

Imite a expressão utilizada pela criança, ajudando quando for preciso. Assim, ela assimilará a palavra correta. Isso faz com que ela procure se expressar mais ativamente.
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Para o desenvolvimento da linguagem

Entendimento mútuo

Para que a criança desenvolva e aprenda a falar sem problemas, a mãe deve prestar atenção em alguns pontos:

Não ignorar as diferenças individuais de desenvolvimento.

Assim como o desenvolvimento físico, o aprendizado da fala também varia de criança para criança. Não force. Procure criar um ambiente onde ela possa desenvolver tranqüilamente a linguagem.

Não force e não faça a criança falar palavras em excesso.

Testar a criança perguntando “Como se chama isto?”, “É uma gato, não é mesmo? Fale ga-to!”, não a fará aprender a falar. Procure observar, no cotidiano, o que chama a atenção da criança, aproveitando essas oportunidades para ensiná-la naturalmente: “Ah, tem um gato aí, né!!”.

Não contradiga a criança.

Criança: “Meu papato (sapato)” Mãe: “Não é papato, é sapato!”
Quando isso acontece, a criança fica desapontada pois após o esforço de pronunciar uma palavra, a mãe, ao invés de elogiá-la, a contradiz. O melhor seria dizer, repetindo: “Isso mesmo, sapato!”.

Converse respeitando o ritmo da criança.

Querer que a criança aprenda a falar conversando em um ritmo do qual não consegue acompanhar é uma experiência frustante para ela. Não é nada divertido e a criança acaba achando que falar é uma atividade aborrecida. Preste atenção ao conversar com ela. Respeite as limitações e faça da troca de palavras uma atividade prazeirosa.
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Entendimento mútuo

Apontar com o dedo

Quando a criança apontar com o dedo para algo, ela quer falar mas não sabe ainda se expressar: “Olha mãe, tem algo aqui!!”. Assim ao apontar o dedo, a criança tenta se comunicar, expressando seu espanto e sua alegria. Por isso, mesmo quando estiver ocupada, é muito importante dar atenção à criança e procurar responder sempre. “Ah tem um cachorrinho aí, não é?”.
Responder, conversar e cantar nessas ocasiões, fazer tudo para ficar mais divertido, ajuda a criança a sonhar, a criar imagens, além de estimulá-la a aprender a linguagem. Lembre-se: a criança deve ser estimulada a expressar-se; evite atendê-la quando solicitar alguma coisa apontando com o dedo. Pergunte a ela o que ela quer até que emita um som ou uma palavra. A criança que recebe tudo na mão não sente necessidade de se comunicar com palavras.
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